Dissertates on substitutio and integration by parts.

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@ -1,6 +1,14 @@
SHELL = /bin/sh SHELL = /bin/sh
default: compile-and-serve default: compile-only
compile-and-view: compile-only view
view:
termux-share -d calculus.pdf
compile-only:
latexmk -pdf calculus
compile-and-serve: compile-and-serve:
latexmk -pdf -pvc calculus latexmk -pdf -pvc calculus

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@ -137,6 +137,7 @@
\DeclareMathOperator{\inv}{inv} \DeclareMathOperator{\inv}{inv}
\newcommand{\dx}{\ dx} \newcommand{\dx}{\ dx}
\newcommand{\du}{\ du} \newcommand{\du}{\ du}
\newcommand{\dv}{\ dv}
\newcommand{\dy}{\ dy} \newcommand{\dy}{\ dy}
\newcommand{\dt}{\ dt} \newcommand{\dt}{\ dt}
\newcommand{\ds}{\ ds} \newcommand{\ds}{\ ds}
@ -3941,7 +3942,9 @@ exists and has value $L.$ Then we may, simply... hah, I don't know if we
can do what I'm thinking. For a non-abstract case, indeed; but for an can do what I'm thinking. For a non-abstract case, indeed; but for an
abstract function, I don't know. What I had in mind was to patch the abstract function, I don't know. What I had in mind was to patch the
function, but if we patch it, we have now a continuous function and then function, but if we patch it, we have now a continuous function and then
of course we can integrate. of course we can integrate. (What if we patch it in a way that doesn't
make it continuous, though? We should pursue this just to see what
would happen.)
When we use Riemann's technique to integrate, we often pick the When we use Riemann's technique to integrate, we often pick the
midpoints of the $n$ subintervals we choose. That's because for some midpoints of the $n$ subintervals we choose. That's because for some
@ -4911,7 +4914,8 @@ $$V= \lim_{n \to \infty} \sum_{i=1}^n A(x_i^*) \Delta x = \int_a^b A(x) \dx.$$
Compute Compute
% %
$$\lim_{t \to \infty} \frac{\sqrt{t}}{\exp(t)} \exp\left(\int_0^\infty \floor(t \exp(-x)) \dx\right) $$ $$\lim_{t \to \infty} \frac{\sqrt{t}}{\exp(t)}
\exp\left(\int_0^\infty \floor(t \exp(-x)) \dx\right) $$
% %
sabendo que sabendo que
% %
@ -4923,7 +4927,76 @@ A brincadeira aqui é que esse é um problema que é fácil de compor, mas
difícil de resolver porque não se consegue facilmente desfazer a difícil de resolver porque não se consegue facilmente desfazer a
convolução que foi feita passo a passo pelo autor do problema. Mesmo convolução que foi feita passo a passo pelo autor do problema. Mesmo
que você conhecesse a aproximação acima, você não pensaria em usá-la que você conhecesse a aproximação acima, você não pensaria em usá-la
porque ela implícita no problema não de forma aparente. porque ela está implícita no problema não de forma aparente. Já não
lembro de cabeça o que eu tinha em mente, quando escrevi esse
problema---não lembro a solução, por exemplo. Precisaria repensá-lo.
\section{Técnicas de integração}
A regra da substituição é a regra da cadeia e a regra de integração
por partes é a regra do produto. As outras regras são ou muito óbvias
ou pouco úteis. Por exemplo, teria como extraírmos uma regra de
integração da regra do quociente? Provavelmente ela seria equivalente
à regra do produto mas com uma expressão menos simples. Agora, a
integração de funções trigonométricas merece discussão, especialmente
quando estamos falando de alguns produtos de integrais, que é com o
que nos preocupamos agora.
Pra obter a regra da substuição basta escrever $f(g(x))$, computar a
derivada $f'(g(x)) g'(x)$ e então obter a regra
%
$$\int f'(g(x))g'(x) = f(g(x)) + c.$$
%
A substituição em si é obtida por identificar na função a ser
integrada uma expressão qualquer que possa tomar o lugar de $g'(x)$ e
$g(x)$, fazendo assim a substuição $u = g(x)$ e substuindo por
consequinte $g'(x) \dx = \du$, terminando por integrar $\int f'(u)
\du$.
A integração por partes vem da regra do produto. Uma vez que
$(f(x)g(x))' = f'(x) g(x) + f(x)g'(x)$, então
%
\begin{align*}
\int f(x)g(x) \dx &= \int f'(x) g(x) \dx + \int f(x)g'(x) \dx\\
f(x)g(x) &= \int g(x) f'(x) \dx + \int f(x)g'(x) \dx.
\end{align*}
%
Agora declare $u f(x) = u$ e $v = g(x)$ de forma que $\du = f'(x)\dx$
e $\dv = g'(x)\dx$. Assim, pelo teorema fundamental, obtemos
%
$$f(x)g(x) = \int v\du + \int u \dv,$$
%
permitindo-nos integral a difícil $\int v\du$ se $\int u \dv$ for
fácil, conversamente permitindo-nos integral a difícil $\int u \dv$
desde que $\int v \du$ seja fácil. Em outras palavras, uma das duas
precisa ser fácil de integrar e é por isso que precisamos de alguma
sabedoria ao escolher $u$ e $v$ durante a integração por partes.
Além disso, note também que há situações em que é preciso integrar
por-partes múltiplas vezes e até usar de alguma criatividade pra sair
de uma alguma ``sinuca de bico''. É o caso, por exemplo, de $\int e^x
\sin x \dx$, em que é preciso aplicar por-partes duas vezes e então
considerar a circularidade do termo $\int e^x \sin x \dx$ como uma
incógnita a ser descoberta.
Há integrais divertidas de se computar de onde se extrai, por exemplo,
a bonita fórmula
%
$$\int x^n e^x \dx = e^x \left(\sum_{i=0}^n (-1)^i \frac{n!}{n - i + 1} x^{n - i}\right) + c.$$
%
Por exemplo, $\int x^5 e^x \dx = e^x (x^5 - 5 x^4 + 20 x^3 - 60x^2 +
120x - 120) + c$. Essa fórmula vem da integração
por-partes. Escolhe-se sempre o termo $x^i$ como função $u$ e $e^x$
como função $v$. Aplica-se a integração por-partes $n$ vezes
(recursivamente) e em seguida substitui-se de volta em direção ao
problema original. Okay, agora tragamos nossa atenção para as
integrais de funções trigonométricas.
%% \subsection{A integral de funções trigonométricas}
%%
%% Começamos por observar que integrar $\tg x$ não é difícil porque ela é
%% obtida por uma substituição trivial. Primeiro escreva $\tg x = \sin x
%% / \cos x$.
\section{Studying functions} \section{Studying functions}
@ -5909,8 +5982,6 @@ Newton nos dá a sequência
e daí obtemos $a_0 = 3$, $a_1 \approx 2.7041$, $a_2 \approx 2.7182$, e daí obtemos $a_0 = 3$, $a_1 \approx 2.7041$, $a_2 \approx 2.7182$,
obtendo uma precisão de pelo menos quatro casas decimais. obtendo uma precisão de pelo menos quatro casas decimais.
%\subsection{}
\newpage \tableofcontents \newpage \tableofcontents
\newpage \printbibliography \newpage \printbibliography