Drawing graphs of distance from velocity.
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@ -1670,7 +1670,7 @@ as soluções, obtemos $\{0, \sfrac{\pi}{3}, \pi, \sfrac{5\pi}{3},
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2\pi\}.$
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2\pi\}.$
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\end{exercise*}
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\end{exercise*}
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\subsection{Distância a partir de velocidade}
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\subsection{Sobre gráficos de aceleração, velocidade e distância}
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Suponha que alguém lhe dê o seguinte problema. Um carro viaja com uma
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Suponha que alguém lhe dê o seguinte problema. Um carro viaja com uma
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velocidade crescente determinada pela função $v = t$. Subitamente,
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velocidade crescente determinada pela função $v = t$. Subitamente,
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@ -1702,10 +1702,62 @@ precisamos entender de uma vez por todas.
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Quando o tempo passa, estamos sempre falando de um intervalo. Então a
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Quando o tempo passa, estamos sempre falando de um intervalo. Então a
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gente computa dois pontos da função distância e vê de onde pra onde
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gente computa dois pontos da função distância e vê de onde pra onde
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ela foi. Por exemplo, se a velocidade cai de 100 km/h pra 90 km/h
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ela foi. Por exemplo, se a velocidade cai de 100 km/h pra 90 km/h
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durante o intervalo $(t_1,t_2)$, então a distância percorrida tem que
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durante o intervalo $(t_1, t_2)$, então a distância percorrida tem que
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ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-1/2 t_1^2$ pra
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ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-1/2 t_1^2$ pra
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$-1/2 t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer tem que respeitar os
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$-1/2 t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer precisa respeitar os
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intervalos certos.
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intervalos certos e outras coisas.
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Que outras coisas? Na prática, esses problemas muitas vezes oferecem
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gráficos de velocidade (ou aceleração) e pedem o gráfico da integral.
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Como a gente sabe calcular a integral, a gente consegue montar o
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gráfico certinho. Vamos a um exemplo.
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\begin{exercise*}
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Um carro viaja segundo $v = t$ no intervalo $(0,1)$ e depois viaja
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segundo $v = -t$ no intervalo $(1, 2)$. Desenhe as curvas de
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velocidade e também a da distância nos mesmos eixos. \sol. Os gráficos
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das velocidades nós já conhecemos. A integral de $t$ é $(1/2) t^2$ e
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note que ela termina na altura 1/2, então ela fica abaixo da
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velocidade. A integral de $-t$ é $- (1/2) t^2$ que é a mesma parábola
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só que agora côncava pra baixo e a gente então desenha ela começando
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onde terminou a parábola côncava pra cima. Fazer o deslocamento com
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as mãos é moleza---a gente já fez aqui dizendo meramente que a gente
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desenha o segundo gráfico onde o primeiro terminou. Num computador,
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como num Geogebra, a gente precisaria especificar o deslocamento. A
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cada novo intervalo do domínio vai haver um deslocamento horizontal e
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a altura também é deslocada porque o intervalo anterior tipicamente
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faz a integral subir ou descer. Por exemplo, pra desenhar o arco da
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parábola relativo ao intervalo $(1, 2)$, pedi ao Geogebra pra desenhar
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$- (1/2) (t - 1)^2 + 1/2$ porque precisamos deslocar pra direita e
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subir 1/2 já que a primeira parábola terminou em 1/2. Veja a
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Figura~\ref{fg:speed-distance} na página~\pageref{fg:speed-distance}.
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\begin{figure}[H]
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\centering
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\includegraphics[width=0.5\textwidth, angle=0]{images/speed-distance.png}
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\caption{As curvas $f$ e $g$ descrevem a velocidade do carro e as
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curvas $h$ e $p$ descrevem a distância percorrida pelo carro.}
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\label{fg:speed-distance}
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\end{figure}
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\end{exercise*}
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Como fazer esses desenhos quando a gente não conhece bem a curva que
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precisamos integrar? Minha ideia é---finge que você conhece, calcula
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a integral dela corretamente e aí desenha a função que descreve a
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integral como se a origem do plano fosse o ponto em que a
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função-integral anterior terminou. Por exemplo, imagine que alguém te
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pede pra desenhar a distância percorrida por um carro que viajou com
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velocidade parecida com uma curva da distribuição gaussiana. A
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integral dela é certamente complicada, mas como o problema está
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pedindo meramente pela intuição da ideia---pro estudante mostrar que
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sabe o que está acontecendo---, a gente faz de conta que a curva é uma
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espécie de parábola no início, seguida de uma função linear até um
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topo e simetricamente no resto. Com isso a integral aí seria uma
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espécie de função cúbica côncava pra cima conectada a uma parábola
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côncava pra cima conectada a uma parábola côncava pra baixo conectada
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a uma função cúbica côncava pra baixo. É isso---é o melhor que posso
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fazer no momento.
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\section{Definitions, limits and continuity}
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\section{Definitions, limits and continuity}
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@ -6361,8 +6413,6 @@ pro que precisamos---precisamos de uma estimativa mais justa, mais
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apertada.
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apertada.
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\end{remark*}
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\end{remark*}
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\subsection{Método de Newton e raízes quadradas}
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\subsection{Método de Newton e raízes quadradas}
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Use o método de Newton. Por exemplo, se você quer uma sequência que
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Use o método de Newton. Por exemplo, se você quer uma sequência que
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