Cosmetics in general.

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Charlie Root 2026-03-28 22:11:24 -03:00
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@ -1593,9 +1593,7 @@ triângulo. Em símbolos,
%
$$\frac{\sen a}{a} = \frac{\sen b}{b} = \frac{\sen c}{c}$$
%
Note que ela não fala que a o cosseno é. Isso certamente faz a gente
se perguntar por que não. E o legal dela é que é em {\em qualquer}
triângulo.
Ela é válida em {\em qualquer} triângulo.
\ghostsection{A lei dos cossenos}. A lei dos cossenos é uma espécie
de Teorema de Pitágoras. Considere qualquer triângulo com lados $A,
@ -1686,8 +1684,8 @@ uma vez que o cosseno é uma função par e o seno, ímpar.
\end{exercise*}
Estamos em um momento importante porque agora conseguimos deduzir uma
as principais identidades trigonométricas, fazendo parecer assim que é
mais fácil aprender a deduzir as identidades que memorizá-las. Não
das principais identidades trigonométricas, fazendo parecer assim que
é mais fácil aprender a deduzir as identidades que memorizá-las. Não
sei nem se vale a pena registrar as outras.
\begin{exercise*}
@ -1744,25 +1742,25 @@ pra 90 km/h, implicando que ele ainda ganhará mais 90 km dentro de uma
hora. Portanto, esse gráfico da distância estará sempre subindo.
Quem já estudou Cálculo sabe que o gráfico da distância na primeira
metade do problema cresce de acordo com $1/2 t^2$. Podemos então
desenhar uma perfeita curva correta já que temos essa
ferramenta. Agora, a segunda metade da velocidade produz a curva $-1/2
t^2$, que é uma parábola pra baixo. Isso indica que podemos conectar
esses dois gráficos de forma perfeita, mas estou em dúvida sobre como
fazer a conexão. Por exemplo, a gente não vai conectar ambos os
gráficos através de suas formas na origem porque na origem os valores
do tempo são zero. Quando o carro pára de aumentar a velocidade e
passa a diminuí-la, ele ainda ganha distância com grande velocidade
(em contraste a com pouca velocidade ou quase parando). E é isso que
precisamos entender de uma vez por todas.
metade do problema cresce de acordo com $(\sfrac{1}{2}) t^2$. Podemos
então desenhar uma perfeita curva correta já que temos essa
ferramenta. Agora, a segunda metade da velocidade produz a curva
$-(\sfrac{1}{2}) t^2$, que é uma parábola pra baixo. Isso indica que
podemos conectar esses dois gráficos de forma perfeita, mas estou em
dúvida sobre como fazer a conexão. Por exemplo, a gente não vai
conectar ambos os gráficos através de suas formas na origem porque na
origem os valores do tempo são zero. Quando o carro pára de aumentar
a velocidade e passa a diminuí-la, ele ainda ganha distância com
grande velocidade (em contraste a com pouca velocidade ou quase
parando). E é isso que precisamos entender de uma vez por todas.
Quando o tempo passa, estamos sempre falando de um intervalo. Então a
gente computa dois pontos da função distância e vê de onde pra onde
ela foi. Por exemplo, se a velocidade cai de 100 km/h pra 90 km/h
durante o intervalo $(t_1, t_2)$, então a distância percorrida tem que
ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-1/2 t_1^2$ pra
$-1/2 t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer precisa respeitar os
intervalos certos e outras coisas.
ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-(\sfrac{1}{2})
t_1^2$ pra $-(\sfrac{1}{2}) t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer precisa
respeitar os intervalos certos e outras coisas.
Que outras coisas? Na prática, esses problemas muitas vezes oferecem
gráficos de velocidade (ou aceleração) e pedem o gráfico da integral.
@ -1841,10 +1839,6 @@ Parece que Newton usou alguma ideia bem diferente, evitando o sistema
de equações lineares, mas não sei o que ele fez. Fica aí como um
exercício pra um dia descobrir o que ele fez e catalogar a técnica.
\subsection{A relação entre exponenciação e logaritmos}
\section{Definitions, limits and continuity}
\masciidef{} The absolute value of a number $x$, written $|x|$ is the
@ -6480,7 +6474,7 @@ de um jeito levamente diferente---e também mais claro.
$$\sum_{i=2}^\infty \frac{1}{i^2 - 1}?$$
%
Primeiro note que ela é muito parecida com a de Euler. Se a de Euler
converge, seria dramático se essa não convergisse: no infinito, não
converge, seria dramático se essa não convergisse: no infinito, ambos
$i^2$ e $i^2 - 1$ são praticamente a mesma coisa. Mas não é assim que
se argumenta. Primeiro observe que a série começa em $i=2$.
Compare-a com a de Euler a partir de $i=2$ com a série