Cosmetics in general.
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@ -1593,9 +1593,7 @@ triângulo. Em símbolos,
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$$\frac{\sen a}{a} = \frac{\sen b}{b} = \frac{\sen c}{c}$$
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Note que ela não fala que a o cosseno é. Isso certamente faz a gente
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se perguntar por que não. E o legal dela é que é em {\em qualquer}
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triângulo.
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Ela é válida em {\em qualquer} triângulo.
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\ghostsection{A lei dos cossenos}. A lei dos cossenos é uma espécie
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de Teorema de Pitágoras. Considere qualquer triângulo com lados $A,
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@ -1686,8 +1684,8 @@ uma vez que o cosseno é uma função par e o seno, ímpar.
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\end{exercise*}
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Estamos em um momento importante porque agora conseguimos deduzir uma
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as principais identidades trigonométricas, fazendo parecer assim que é
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mais fácil aprender a deduzir as identidades que memorizá-las. Não
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das principais identidades trigonométricas, fazendo parecer assim que
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é mais fácil aprender a deduzir as identidades que memorizá-las. Não
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sei nem se vale a pena registrar as outras.
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\begin{exercise*}
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@ -1744,25 +1742,25 @@ pra 90 km/h, implicando que ele ainda ganhará mais 90 km dentro de uma
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hora. Portanto, esse gráfico da distância estará sempre subindo.
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Quem já estudou Cálculo sabe que o gráfico da distância na primeira
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metade do problema cresce de acordo com $1/2 t^2$. Podemos então
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desenhar uma perfeita curva correta já que temos essa
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ferramenta. Agora, a segunda metade da velocidade produz a curva $-1/2
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t^2$, que é uma parábola pra baixo. Isso indica que podemos conectar
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esses dois gráficos de forma perfeita, mas estou em dúvida sobre como
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fazer a conexão. Por exemplo, a gente não vai conectar ambos os
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gráficos através de suas formas na origem porque na origem os valores
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do tempo são zero. Quando o carro pára de aumentar a velocidade e
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passa a diminuí-la, ele ainda ganha distância com grande velocidade
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(em contraste a com pouca velocidade ou quase parando). E é isso que
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precisamos entender de uma vez por todas.
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metade do problema cresce de acordo com $(\sfrac{1}{2}) t^2$. Podemos
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então desenhar uma perfeita curva correta já que temos essa
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ferramenta. Agora, a segunda metade da velocidade produz a curva
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$-(\sfrac{1}{2}) t^2$, que é uma parábola pra baixo. Isso indica que
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podemos conectar esses dois gráficos de forma perfeita, mas estou em
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dúvida sobre como fazer a conexão. Por exemplo, a gente não vai
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conectar ambos os gráficos através de suas formas na origem porque na
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origem os valores do tempo são zero. Quando o carro pára de aumentar
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a velocidade e passa a diminuí-la, ele ainda ganha distância com
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grande velocidade (em contraste a com pouca velocidade ou quase
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parando). E é isso que precisamos entender de uma vez por todas.
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Quando o tempo passa, estamos sempre falando de um intervalo. Então a
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gente computa dois pontos da função distância e vê de onde pra onde
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ela foi. Por exemplo, se a velocidade cai de 100 km/h pra 90 km/h
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durante o intervalo $(t_1, t_2)$, então a distância percorrida tem que
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ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-1/2 t_1^2$ pra
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$-1/2 t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer precisa respeitar os
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intervalos certos e outras coisas.
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ir de $d(t_1)$ pra $d(t_2)$, ou seja, ela vai de $-(\sfrac{1}{2})
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t_1^2$ pra $-(\sfrac{1}{2}) t_2^2$. Assim a conexão que devemos fazer precisa
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respeitar os intervalos certos e outras coisas.
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Que outras coisas? Na prática, esses problemas muitas vezes oferecem
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gráficos de velocidade (ou aceleração) e pedem o gráfico da integral.
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@ -1841,10 +1839,6 @@ Parece que Newton usou alguma ideia bem diferente, evitando o sistema
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de equações lineares, mas não sei o que ele fez. Fica aí como um
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exercício pra um dia descobrir o que ele fez e catalogar a técnica.
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\subsection{A relação entre exponenciação e logaritmos}
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\section{Definitions, limits and continuity}
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\masciidef{} The absolute value of a number $x$, written $|x|$ is the
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@ -6480,7 +6474,7 @@ de um jeito levamente diferente---e também mais claro.
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$$\sum_{i=2}^\infty \frac{1}{i^2 - 1}?$$
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Primeiro note que ela é muito parecida com a de Euler. Se a de Euler
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converge, seria dramático se essa não convergisse: no infinito, não
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converge, seria dramático se essa não convergisse: no infinito, ambos
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$i^2$ e $i^2 - 1$ são praticamente a mesma coisa. Mas não é assim que
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se argumenta. Primeiro observe que a série começa em $i=2$.
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Compare-a com a de Euler a partir de $i=2$ com a série
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